Entradas com Etiqueta ‘lendo’

Série “o que estou lendo?” - Pessoas Inteligentes

Wednesday, 25 de February, 2009

Não gosto de transcrever artigos na intera de outros blogs. Acho isso cretino.
Afinal, isto é um blog autoral! Risos!

Não pude deixar de transcrever o que saiu no Blog do Empreendedor do Portal Exame. Leiam com atenção e aprendam.

 

Recebi uma ótima estória do Beno Krivkin sobre inteligência… aqui vai.

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 25 centavos e outra menor, de 50 centavos. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

- ´Eu sei´ - respondeu o tolo.

- ´Ela vale duas vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda`.

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.

A segunda: quais eram os verdadeiros idiotas da história?

A terceira: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é: a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.

´O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente´.

E quantas vezes nós precisamos bancar o papel de idiota quando empreendemos! Se você ainda não conhece essa técnica, experimente … faz milagres!

Série O Que Estou Lendo: Blog da Lígia Fascioni

Thursday, 29 de January, 2009

É uma visão bom radical.

Não estou falando da palavra radical como sinônimo de extremista mas com o significado correto da palavra, ou seja, aquilo que vai na raiz da questão.

A análise feita pela amiga Lígia Fscioni é radical no melhor sentido da palavra.

“…Vejamos. A primeira coisa que me vem à mente é que os chips eletrônicos são feitos de silício. E silício, em última instância, é um tipo de areia. Físicos, químicos e engenheiros precisaram encontrar maneiras mirabolantes para adestrar essa areia e transformá-la em computadores, telefones celulares e televisores de alta resolução. Como convencer grãos de areia a fazerem o que você quer? Como sequer imaginar que grãos de areia sejam tão talentosos? Mais que ser criativo, esse povo precisa literalmente tirar leite de pedra…

Série o que estou lendo. Hoje: Talento, segundo o livro “Descubra seus pontos fortes”

Sunday, 25 de January, 2009


O talento é qualquer padrão recorrente de pensamento, sensação ou comportamento que possa ser usado produtivamente. Assim, se você é institivamente curioso, isso é um talento. Se é competitivo, isso é um talento. Se é sedutor, isso é um talento. Se é persistente, isso é um talento. Se é responsável, isso é um talento. Qualquer padrão recorrente de pensamento, sensação ou comportamento é um talento se esse padrão puder ser usado produtivamente.

(…)

Mesmo traços aparentemente negativos podem ser chamados de talentos se puderem ser usados produtivamente. Ser obstinado é um talento se você encontrar numa função onde não ceder diante de esmagadora resistência for  um pré-requisito para o sucesso - uma função de vendas, por exemplo, ou a de um advogado no tribunal. Ficar nervoso é um talento se isso o levar a perguntar a si próprio “e se”, antecipando perigos potenciais  e formulando planos de contingência. 

Mesmo uma “fragilidade” como a dislexia é um talento se você conseguir utilizar uma forma de usá-la produtivamente. David Boies é disléxico. Boies foi advogado o governos dos Estados Unidos no processo antitruste movido contra a Microsoft. (…) Foi ele quem convenceu o juiz com uma clara exposição das alegações do governo. Sua dislexia o faz se esquivar de palavras compridas, complicadas. Ele sabe o que essas palavras significam, mas não as emprega em seus argumentos porque, como afirmou em uma entrevista recente, “tenho medo de pronunciá-las mal”. Felizmente, essa necessidade de se apoiar em palavras simples torna sua argumentação muito fácil de ser seguida“.